O Banco Central surpreendeu e cortou a taxa básica de juros da economia de 12,5% para 12% ao ano, um dia após a presidente Dilma Rousseff dizer que o país estava pronto para a possibilidade de redução. A queda anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a primeira em dois anos, não foi unânime. Cinco diretores do BC votaram a favor da redução e dois, pela manutenção.
O diretor de uma escola estadual da zona sul da capital está sendo investigado pela Polícia Civil por suspeita de pedofilia.
Ele foi afastado do trabalho pela Secretaria Estadual de Educação.
Pais de alunos e professores afirmam que o diretor distribuía presentes e chocolates a estudantes e que, neste ano, ofereceu webcams a pelo menos cinco alunas que têm entre 13 e 15 anos.
Poucos dias depois, dizem, as meninas eram coagidas por amigas virtuais desconhecidas a gravar vídeos sensuais.
Assim como o diretor, a "amiga", uma delas que se identificava como Carol, conversava com as alunas pelo MSN (serviço de mensagens instantâneas).
Os investidores mostraram sangue-frio em agosto, aplicando em fundos mais arriscados mesmo em meio ao clima de montanha-russa que tomou conta da bolsa. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) sobre a movimentação do setor de fundos até o fim da semana passada mostram a volta dos investidores às carteiras de ações e aos multimercados.
No mês, até os dias 26, período em que o Índice Bovespa amargou queda de 9,30%, os fundos de ações receberam R$ 135,41 milhões. Os aportes se concentraram na categoria Ações Livre - em que os gestores têm total liberdade para escolher os papéis -, com atração de R$ 295,26 milhões no período. No acumulado do ano, até 26 de agosto, contudo, os fundos de ações ainda amargam saques líquidos de R$ 631,91 milhões.
A bolsa caiu muito logo no início de agosto, perdendo os 50 mil pontos, o que trouxe oportunidades de compra de ações a preços atraentes, afirma Sergio Manoel Correia, economista-chefe da LLA Investimentos. "Muita gente aproveitou essa volatilidade para montar posições em renda variável, e é isso que explica a captação dos fundos de ações", diz.
Mesmo com a reação do Ibovespa na segunda quinzena de agosto, Correia acredita que há espaço para novas altas da bolsa. "Ainda há potencial de valorização, embora o cenário continue complicado, com preocupações com a economia americana e a questão da dívida na Europa", afirma.
Cerca de 150 homens da Polícia Civil e da Secretaria de Segurança realizam a Operação Pandora, desde as 4h da manhã desta quinta-feira, para prender acusados de integrar a milícia comandada pelo ex-deputado estadual Natalino Guimarães junto com o irmão, o ex-vereador Jerominho, ambos presos no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande desde 2008. O Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco) denunciou 18 pessoas ligadas ao bando, entre elas, ex-policiais militares e um policial civil aposentado. Cinco dos denunciados já estavam presos. Os agentes buscam ainda cumprir 30 mandados de busca e apreensão. A ação acontece em comunidades da Zona Oeste. Até agora, duas pessoas foram presas.
Os policiais querem capturar os atuais e principais membros do grupo paramilitar, que atua nas localidades de Campo Grande, Cosmos, Inhoaíba, Santíssimo, Paciência, Sepetiba e adjacências. Um dos acusados que tiveram o mandado de prisão preventiva expedido foi o policial civil aposentado Anísio de Souza Bastos, que até o ano passado era lotado na Corregedoria Interna da Polícia Civil. Sua função era considerada de extrema importância para a quadrilha. Anísio atuava como um membro infiltrado e obtinha informações sobre milícias rivais para beneficiar a quadrilha dos irmãos Guimarães.
Segundo a denúncia do Gaeco, o bando cometia grande variedade de crimes, como homicídios, extorsões, posse e porte ilegais de armas, com o objetivo de "dominação territorial e econômica de toda região por meio da violência e da imposição do terror". As principais atividades ilícitas, de acordo com os promotores, são o domínio do transporte alternativo; a exploração de máquinas de caça-níqueis; o monopólio da venda de gás a preços superfaturados; a cobrança de taxas de segurança; a redistribuição de sinal de TV, conhecido como "gatonet"; e a exploração de depósitos clandestinos de combustível (GNV).
Preparar o sagrado cafezinho de todos os dias, assar o pão de queijo e reunir a família para almoçar no domingo. Tarefas simples e do cotidiano ficarão mais caras a partir desta quinta-feira. O preço do gás de cozinha será reajustado pelas distribuidoras pela segunda vez em 12 meses e, com isso, cozinhar ficará mais caro, o que deve acarretar uma cadeia de aumentos nos preços. O reajuste previsto é de 7%, o equivalente a cerca de R$ 3. Com isso, o preço do botijão de gás de 13 quilos também deve ultrapassar a marca de R$ 50 no interior do estado e também a barreira dos 10% do valor do salário mínimo (atualmente em R$ 545).
Em comunicado oficial encaminhado aos consumidores, a Supergasbras informa que, a partir desta quinta-feira, o preço do gás de cozinha sofrerá reajuste. A explicação é que “ao longo dos últimos meses, a Supergasbras enfrentou aumentos consideráveis nos itens que compõem os custos operacionais, como matéria-prima, energia, salários, dentre outros relacionados ao atendimento das nossas atividades com segurança e qualidade”, diz o texto assinado pelo setor de Venda Direta Corporativa da empresa. E as outras empresas devem acompanhar o aumento, segundo a Associação Brasileira dos Revendedoras de GLP (Asmirg-BR).
Desde agosto do ano passado, este é o segundo aumento no preço cobrado pelas distribuidoras às revendedoras. No entanto, o efeito sobre o valor final do produto está bem abaixo dessa variação, o que diminui a margem de lucro das empresas de distribuição. Levantamento no site da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o preço cobrado pelas distribuidoras sofreu variação de 29,76% no estado, no comparativo entre agosto de 2010 e de 2011. Enquanto isso, o reajuste para o consumidor foi de apenas 2,26%. Ou seja, as empresas estão absorvendo a maior parte do aumento dos custos.
O corpo encontrado soterrado nesta quarta-feira, na SC-456, em Anita Garibaldi, é do médico veterinário Diego Martins Hernandes, de 29 anos, natural de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Diego foi reconhecido por amigos que estiveram no local do acidente. O Instituto Médico Legal (IML) de Lages, na Serra catarinense, para onde o corpo foi levado, ainda não confirmou a identidade.
Diego que foi soterrado por um deslizamento de terra quando trafegava em um carro Volkswagen Polo na SC-456, na manhã de terça-feira. O veículo pertencia à secretaria de agricultura da prefeitura de Pinhal da Serra, no Rio Grande do Sul.
Ao ser atingido por terra, pedras e árvores, o veículo foi arremessado para fora da rodovia em um precipício, capotando diversas vezes até parar a menos de cinco metros do Rio Pelotas. O município de Pinhal da Serra decretou luto oficial.
Menos de duas horas após policiais militares realizarem o primeiro protesto por melhores salários na Capital, outras três ocorrências foram registradas em rodovias do Estado.
A onda de bloqueios de rodovias com pneus em chamas aumentou a tensão em torno da negociação salarial entre governo e a entidade que representa os soldados da Brigada Militar.
Depois de apoiar sete protestos e acertar uma trégua, a Associação Beneficente Antônio Mendes Filho (Abamf), entidade que representa servidores de nível médio da BM, perdeu o controle sobre os incendiários que voltaram a trancar estradas.
Na sexta-feira, em reunião no Piratini, o presidente da Abamf, Leonel Lucas, empenhou a palavra, garantindo o fim das manifestações, pelo menos, até o próximo encontro com o governo, agendado para a tarde de quarta-feira.
Um suposto acerto de contas ocorrido ontem à tarde, por volta da 16h, dentro da Escola Estadual Professora Dunga Rodrigues, no bairro Maringá II, região do Grande Cristo Rei, em Várzea Grande, deixou dois estudantes feridos a balas.
Atingido por um tiro na região do quadril, Jéferson Kelber da Silva Pereira, de 18 anos, aluno do ensino médio noturno, foi socorrido por uma equipe do Samu (Serviço Médico de Urgência). Ele permanece internado no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, onde deverá ser submetido a uma cirurgia nas próximas horas.
O outro rapaz, identificado como Jéferson Oliveira, que seria conhecido pelo apelido de “Bocão”, ferido de raspão em um dos braços, fugiu da escola e buscou atendimento por conta própria. Ele recebeu atendimento na mesma unidade de saúde, sendo liberado minutos depois.
“Bocão”, que seria o alvo dos tiros, não é aluno da escola, conforme informações levantadas pela assessoria de imprensa e o Núcleo Escola Segura, da Secretaria Estadual de Educação. O coordenador do Núcleo, Allan Benitez, esteve no hospital no início da noite e conversou com Jéferson Kelber. Conforme Benitez, o estado de saúde do estudante é estável e não representaria risco de morte. O paradeiro do segundo ferido, “Bocão”, não é do conhecimento da equipe da Seduc.
Com o objetivo de estimular a produção de etanol e evitar a falta do combustível, o governo deverá anunciar nos próximos dias a redução de PIS/COFINS para as indústrias de álcool, benefício fiscal que hoje vale só para produtores de açúcar. Para a safra 2011/ 2012, estima-se uma redução de 5,6% na colheita de cana-de-açúcar. Na avaliação do governo, 25% da capacidade instalada das usinas está ociosa.
O governo prepara um programa fiscal de maior fôlego para ser executado durante o mandato da presidente Dilma Rousseff. O aumento de R$ 10 bilhões no superávit primário deste ano, anunciado anteontem, foi um passo que marca a decisão da presidente de avançar na organização das contas públicas do país, informaram assessores oficiais.
"A ideia é fazer um programa fiscal crível e exequível para conquistar a confiança da sociedade e, com isso, dar musculatura para o Banco Central (BC) poder reduzir as taxas de juros", disse uma fonte que esteve com Dilma nos últimos dias.
Isso implicará uma série de medidas que devem envolver desde a extinção gradativa da dívida pública indexada à taxa básica de juros, a Selic, à limitação do crescimento do gasto de custeio, por lei, em percentuais inferiores ao crescimento do PIB. Programa-se, ainda, para o próximo ano, a desindexação da caderneta de poupança, que passaria a ser atrelada à Selic.
Assim como o governo se empenhou na votação da criação do fundo de previdência complementar para os servidores públicos, ele quer, também, induzir o Congresso a aprovar projeto de lei que limita o aumento da folha de salários da União, enviado em 2007. Junta-se a essas iniciativas a possibilidade de preparar outro projeto de lei para frear o aumento dos gastos de custeio.
Nos últimos anos, o custeio (sem as despesas com a folha de salários), cresceram muito acima da variação do PIB. No ano passado, enquanto os gastos com custeio subiram 17,2%, o aumento nominal do PIB foi de 14,8%. Em 2009, a expansão de 14,2% no custeio também foi muito superior ao PIB, e assim por diante. A área econômica gostaria de impor um teto, inferior à performance do produto interno, para a alta dessas despesas.
O governo prepara um programa fiscal de maior fôlego para ser executado durante o mandato da presidente Dilma Rousseff. O aumento de R$ 10 bilhões no superávit primário deste ano, anunciado anteontem, foi um passo que marca a decisão da presidente de avançar na organização das contas públicas do país, informaram assessores oficiais.
"A ideia é fazer um programa fiscal crível e exequível para conquistar a confiança da sociedade e, com isso, dar musculatura para o Banco Central (BC) poder reduzir as taxas de juros", disse uma fonte que esteve com Dilma nos últimos dias.
Isso implicará uma série de medidas que devem envolver desde a extinção gradativa da dívida pública indexada à taxa básica de juros, a Selic, à limitação do crescimento do gasto de custeio, por lei, em percentuais inferiores ao crescimento do PIB. Programa-se, ainda, para o próximo ano, a desindexação da caderneta de poupança, que passaria a ser atrelada à Selic.
Assim como o governo se empenhou na votação da criação do fundo de previdência complementar para os servidores públicos, ele quer, também, induzir o Congresso a aprovar projeto de lei que limita o aumento da folha de salários da União, enviado em 2007. Junta-se a essas iniciativas a possibilidade de preparar outro projeto de lei para frear o aumento dos gastos de custeio.
Nos últimos anos, o custeio (sem as despesas com a folha de salários), cresceram muito acima da variação do PIB. No ano passado, enquanto os gastos com custeio subiram 17,2%, o aumento nominal do PIB foi de 14,8%. Em 2009, a expansão de 14,2% no custeio também foi muito superior ao PIB, e assim por diante. A área econômica gostaria de impor um teto, inferior à performance do produto interno, para a alta dessas despesas.
Moradores do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, decidiram descruzar os braços para discutir a violência crescente no bairro, uma das áreas nobres da capital paulista. Mais de 4 mil pessoas aderiram no Facebook ao Grupo Moradores do Morumbi. Na rede social, eles contam suas experiências de violência, e cobram das autoridades mais policiamento e medidas efetivas para controle da violência. No bairro está fincada uma das mais antigas e maiores favelas paulistanas, a Paraisópolis, que tem quase 100 mil moradores numa área de 800 mil metros quadrados. Os moradores querem que o governo paulista siga o exemplo do Rio de Janeiro e implante no local uma unidade pacificadora.
Nas últimas semanas, a polícia anunciou reforço do policiamento e uma operação para conter os assaltos, pouco depois do assalto à casa do deputado estadual e ex-prefeito de São Paulo, Antonio Salim Cuariati. Mesmo assim novos casos de violência foram registrados, como o assalto a uma massoterapeuta em que um dos criminosos foi morto por um sargento à paisana. Nesta semana, a polícia prendeu quatro menores que faziam assaltos usando uma metralhadora de brinquedo.
Os moradores querem reunir 8 mil assinaturas num abaixo-assinado a ser entregue ao governo pedindo a unidade pacificadora. Até o momento, já conseguiram 4 mil.
Além de deter embriagados, as blitzes da Lei Seca estão se deparando com grande número de condutores sem carteira. Somente em BH, desde 14 de julho, foram 36 casos. Mas o problema é imensamente maior. Em 2010, o Detran-MG autuou no estado 107.605 motoristas e motociclistas por dirigir sem habilitação ou permissão provisória, média de 294 por dia. De janeiro a julho deste ano, os flagrantes de inabilitados somam 60.849, ou 288 por dia. Para especialistas, a punição leve – multa e detenção de seis meses a um ano – não coíbe a infração.
Quase 300 motoristas inabilitados são flagrados por dia ao volante estado afora.
Um vigilante de uma distribuidora de alimentos morreu assassinado na madrugada desta quarta-feira no bairro Sertão dos Correa, em Tubarão. Três homens armados tentaram invadir o local por voltas das 2h.
O vigilante de 59 anos teria reagido e acabou baleado nas costas. Segundo a Polícia Militar, a vítima era sargento da reserva da PM. A polícia foi acionada por um vizinho que ouviu os disparos.
Ainda de madrugada, a PM encontrou um dos suspeitos em uma rua do Sertão dos Correa. A polícia acredita que os outros estão escondidos num matagal no bairro. Guarnições de cidades próximas e o helicóptero da PM auxiliam nas buscas na manhã desta quarta-feira.
Desde que a ponte sobre o Rio Rolante na ERS-239 caiu, em novembro do ano passado, moradores de Rolante e Riozinho, no Vale do Paranhana, enfrentam barro, poeira e buracos para se deslocar de um município ao outro. Sem a ligação asfáltica, os motoristas são obrigados a fazer um desvio por uma estrada de chão batido.
Segundo os moradores, o desvio, que é feito pela Linha Reichert, é perigoso e todas as semanas acontecem pequenos acidentes no local. Além disso, veículos grandes têm dificuldades para passar pelo trecho e alguns acabam tombando. Segundo moradores pelo menos três veículos de grande porte tombaram este ano no desvio.
O que mais indigna o moradores dos dois municípios ou quem viaja seguidamente para o local é que uma nova ponte, feita de concreto e com asfalto, está pronta, mas não pode ser utilizada, pois faltam as duas cabeceiras.
A queda da ponte, em 24 de novembro de 2010, foi causada por uma carreta que transportava toras de madeira, pesando pelo menos três vezes mais do que a capacidade da ponte. Uma placa indicava que o peso máximo era de 10 toneladas. O veículo chegou a ficar pendurado, mas o motorista nada sofreu. Na época, uma nova ponte já estava sendo construída pelo Daer para substituir aquela, que tinha mais de 100 anos, mas faltava licitar a construção das cabeceiras. A obra é de responsabilidade da empresa SBS Engenharia.
A quadrilha que tentou roubar dois malotes de dinheiro na tarde de segunda-feira na Galeria Itália, no Jardim das Américas, era formada por quatro ou cinco integrantes e o bando estaria ligado a quadrilhas especializadas em arrombamento de caixas-eletrônicos. No fim da tarde de ontem, a polícia deteve cinco suspeitos durante o velório de um dos assaltantes, Luiz Fernando de Almeida da Silva, 21, para averiguações. Na tentativa de assalto, morreram quatro pessoas, dois vigias e dois assaltantes.
Luiz Fernando da Silva já havia sido preso em junho de 2009 quando participava do arrombamento do caixa-eletrônico instalado no prédio do Procon, na avenida Rubens de Mendonça. Os suspeitos detidos pela polícia já teriam participado de crimes ao lado do criminoso. O delegado João Bosco de Barros, titular da Delegacia do Verdão, disse que eles serão interrogados e que ainda não se sabe se participaram da ação.
O governo decidiu aproveitar arrecadação extra de R$ 10 bilhões prevista para 2011 e pagar parcela maior dos juros da dívida pública. Gastos programados serão mantidos; a ideia é segurar novas despesas. Na avaliação do Planalto, a medida deixará o país mais preparado para a possibilidade de uma nova recessão nos EUA e na Europa e abrirá espaço para que o Banco Central possa diminuir a taxa básica de juros da economia.
Um comerciante de 43 anos dirigiu cerca de 600 m até o 7º DP de Guarulhos (Grande SP) em busca de socorro, às 22h de anteontem, mesmo após ser baleado no pescoço em uma tentativa de assalto. Ninguém foi preso.
A Polícia Civil apurou que Hilquias Fernandes de Lima foi baleado dentro de seu Honda Civic ao ser abordado por dois homens em uma moto, após parar em frente a um supermercado do bairro São João.
A polícia ainda não sabe se a vítima parou no local para fazer compras ou para encontrar alguém.
Hilquias bateu em um carro da Polícia Civil em frente ao 7º Distrito Policial, desceu do Civic e conseguiu caminhar até a sala de entrada da delegacia, onde pediu socorro.
Ele estava com a camiseta ensanguentada e tinha sangramento na boca.
A Renault está negociando com o governo do Paraná investimentos em dois projetos, a expansão da fábrica localizada em São José dos Pinhais e a ampliação da área de engenharia. A montadora opera em três turnos desde junho, tem o Brasil como um de seus mercados prioritários e espera fechar o ano com produção de cerca de 200 mil veículos, perto de sua capacidade instalada, que é de 224 mil. O acordo poderá sair na primeira quinzena de setembro.
O secretário da Fazenda do Paraná, Luiz Carlos Hauly, está otimista. Ele disse que o governo ofereceu novamente diferimento no prazo de pagamento de ICMS, como foi feito no passado, para a atração de investimentos de montadoras no Estado. "Como é ampliação, podemos fazer isso. São linhas novas", afirmou, ontem, pouco antes de um encontro, em Paris, entre o governador Beto Richa (PSDB), o presidente executivo do grupo Renault, Carlos Tavares, e o presidente da operação Mercosul, Jean-Michel Jalinier.
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) voltou a registrar alta em agosto após dois meses de deflação, com os custos no atacado e no varejo voltando para o terreno positivo.
O indicador subiu 0,44 por cento em agosto, depois de cair 0,12 por cento em julho, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), nesta terça-feira. Analistas consultados pela Reuters esperavam alta de 0,42 por cento.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou 0,57 por cento em agosto, ante variação negativa de 0,22 por cento no mês passado.
O IPA agrícola passou de baixa de 0,84 por cento para elevação de 1,47 por cento. O IPA industrial passou de estabilidade a avanço de 0,25 por cento.
As principais altas individuais de preços no atacado foram de aves, carne bovina, açúcar cristal, suínos e bovinos.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,21 por cento em agosto, frente a queda de 0,13 por cento em julho.
As maiores elevações individuais de preços no varejo foram de limão, aluguel residencial, leite longa vida, plano e seguro saúde e mamão papaia.
Os custos do grupo Alimentação passaram de queda de 0,99 por cento em julho para elevação de 0,31 por cento em agosto.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,16 por cento, comparado a 0,59 por cento antes.