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Entrevista de Marina Silva a Rádio Auri Verde ganha destaque na mídia nacional

Quinta, 29 de Julho de 2010 Aumentar tamanho da letra Diminuir tamanho da letra

A candidata a Presidente da República, Marina Silva, cumpre, nesta 5ª feira, dia 29, extensa agenda na cidade de Bauru onde realiza, às 18h, na Praça Rui Barbosa, o primeiro comício de sua campanha no Estado de São Paulo.
Pouco antes de embarcar para o interior do estado, a candidata concedeu entrevista exclusiva à Rádio Auri Verde, que foi veiculada no Programa “O Vanguardão”, por volta de 12h. (clique aqui e ouça a entrevista na íntegra)
Confira o que as principais Agências de Notícias brasileiras destacam sobre as declarações de Marina Silva à Rádio Auri Verde.



Terra:
"É possível governar sem troca de favores", diz Marina
A candidata à presidência da República, Marina Silva (PV), disse que, se eleita, não governará com troca de favores. Durante entrevista para a rádio Auri-Verde de Bauru-SP, na manhã desta quinta-feira (29), a senadora criticou os adversários indiretamente e a política brasileira atual. "Eu acho que é possível sim governar sem troca de favores. É isso que tem que acabar no Brasil (...). Quem disse que as pessoas se juntam apenas por troca de favores? Conheço gente que aprova projetos e não é por troca de favores, como o Eduardo Suplicy", afirmou. "Se continuarmos nutrindo mentalidade que é assim mesmo e que os políticos só trocam favores, isso nunca vai acabar", acrescentou.
Ainda assim, a candidata disse que ninguém é dono da verdade e por isso precisa do apoio das pessoas, mas que isso deve acontecer por ideais e objetivos semelhantes e não por troca de favores. "Eu quero governar com os melhores porque eu sei que existem pessoas boas em todos os partidos (...). Os meus concorrentes, se eles chegarem lá, vão achar que ganharam por causa das alianças e do poder econômico que têm. Agora, se eu ganhar, só tem um segmento do qual eu devo dizer que foi responsável pela minha vitória: o povo brasileiro", concluiu.
Marina também ressaltou a importância de ter uma mulher pela primeira vez na presidência da República. Comparando-se indiretamente com a adversária, Dilma Rousseff (PT), ela enfatizou que a mulher que governará o país precisa conhecer as reais necessidades do país. "O Brasil está pronto para ter a primeira mulher como presidente da República, mas uma mulher que conheça os problemas dos brasileiros, porque só assim será capaz de encarar novos desafios. Eu conheço os melhores e piores hospitais. Eu conheço a educação do Mobral e as melhores escolas".


G1:
'É possível governar sem troca de favores', diz Marina Silva
Candidata do PV concedeu entrevista à rádio de Bauru, no interior de SP. Ela voltou a dizer que, se eleita, se juntará ao 'melhor' dos outros partidos
A candidata à Presidência pelo PV, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira (29) que, se eleita, quer construir uma base aliada que não seja pautada pela troca de favores. Ela concedeu entrevista ao programa "Vanguardão", na Rádio Auri-Verde, de Bauru, no interior de São Paulo.
Questionada sobre como administraria a relação com os aliados e como lidaria com a troca de favores, ela afirmou: "Eu acho que é possível governar sem troca de favores. Isso tem que acabar. Ninguém governa sozinho, mas quem disse que as pessoas só se juntam por troca de favores. O eleitor que vota não é por troca de favores. Eu conheço no Congresso quem vota sem troca de favores. Eu posso citar nomes, tem o Eduardo Suplicy, o Pedro Simon, a Heloisa Helena. Eu mesma nunca votei por troca de favores."
Depois, ao falar sobre qual seria sua primeira ação como presidente, respondeu que seria implantar suas promessas de campanha. "Iria olhar para o Congresso e construir uma base que não seja criada com troca de favores."
Marina voltou a dizer que gostaria de fazer alianças com os partidos dos adversários na disputa, PT e PSDB. "É preciso se juntar aos melhores para governar o país. Os melhores do PT, PSDB, PMDB. Existem pessoas em todos os partidos. Tem que ter disposição para dialogar, convencer e mostrar que não é o dono da verdade. Precisa do apoio e das ideias dessas pessoas."
A candidata do PV disse ainda que, ao contrário dos adversários, se ela for eleita, o responsável será o eleitor. "Que o eleitor brasileiro me ajude a chegar [à Presidência]. Meus concorrentes, se chegarem, vão achar que ganharam pelas alianças, pela estrutura, tempo de TV. Eu só teria um segmento. O homem, a mulher, o jovem, a criança, o empresário, o trabalhador brasileiro."
Marina destacou a origem humilde e disse que conhece desde "as filas do serviço de saúde onde já foi atendida como indigente" até "os melhores hospitais do Brasil". "Só quem conhece com profundidade a vida do povo será capaz de respeitar os avanços, mantendo o Bolsa Família e encarando os novos desafios."
Em Bauru, Marina ainda vai inaugurar uma Casa de Marina, espécie de comitê domiciliares onde militantes distribuem material de campanha da candidata para outros eleitores. A candidata também participa de um comício na cidade de Bauru na parte da noite.

Jornal do Brasil:
"É possível governar sem troca de favores", diz Marina
A candidata à presidência da República, Marina Silva (PV), disse que, se eleita, não governará com troca de favores. Durante entrevista para a rádio Auri-Verde de Bauru-SP, na manhã desta quinta-feira (29), a senadora criticou os adversários indiretamente e a política brasileira atual. "Eu acho que é possível sim governar sem troca de favores. É isso que tem que acabar no Brasil (...). Quem disse que as pessoas se juntam apenas por troca de favores? Conheço gente que aprova projetos e não é por troca de favores, como o Eduardo Suplicy", afirmou. "Se continuarmos nutrindo mentalidade que é assim mesmo e que os políticos só trocam favores, isso nunca vai acabar", acrescentou.
Ainda assim, a candidata disse que ninguém é dono da verdade e por isso precisa do apoio das pessoas, mas que isso deve acontecer por ideais e objetivos semelhantes e não por troca de favores. "Eu quero governar com os melhores porque eu sei que existem pessoas boas em todos os partidos (...). Os meus concorrentes, se eles chegarem lá, vão achar que ganharam por causa das alianças e do poder econômico que têm. Agora, se eu ganhar, só tem um segmento do qual eu devo dizer que foi responsável pela minha vitória: o povo brasileiro", concluiu.
Marina também ressaltou a importância de ter uma mulher pela primeira vez na presidência da República. Comparando-se indiretamente com a adversária, Dilma Rousseff (PT), ela enfatizou que a mulher que governará o país precisa conhecer as reais necessidades do país. "O Brasil está pronto para ter a primeira mulher como presidente da República, mas uma mulher que conheça os problemas dos brasileiros, porque só assim será capaz de encarar novos desafios. Eu conheço os melhores e piores hospitais. Eu conheço a educação do Mobral e as melhores escolas".


R7:
Marina afirma que é possível governar sem troca de favores
Candidata diz que se eleita vai dialogar para convencer o Congresso a aprovar seus projetos
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta quinta-feira (29), em entrevista à Rádio Auri-Verde de Bauru, que é possível governar o País sem a política de troca de favores. A senadora pertence a uma chapa sem alianças.
- Se a gente continuar nutrindo essa mentalidade, isso nunca vai acabar. 
Se eleita, Marina afirma que vai trabalhar com disposição de diálogo para convencer o Congresso Nacional a aprovar seus projetos.
- Quero uma base [política] que não seja baseada em favores e fisiologismo.
Para Marina, há parlamentares desprovidos de interesses pessoais e citou como exemplos os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Pedro Simon (PMDB-RS), além da vereadora de Maceió e ex-senadora Heloísa Helena (PSOL).
- Eu mesma sempre votei naquilo que eu tenho convicção.
Ao comentar as recentes pesquisas de intenção de voto, Marina contou estar satisfeita com os números, uma vez que o tucano José Serra "tem sua candidatura posta desde que perdeu as eleições" (referindo-se ao pleito presidencial de 2002) e a petista Dilma Rousseff tem sido citada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva "há quase três anos".
A candidata do PV afirmou que conta apenas com a mobilização espontânea dos simpatizantes de suas propostas e fez um apelo para que os eleitores acabem com as velhas tradições da política brasileira.
- Os meus concorrentes, se chegarem lá, vão achar que ganharam por causa das alianças que têm, pelo poder econômico que têm, pelas estruturas que têm. Se eu ganhar, só terá um segmento responsável pela minha vitória: o povo brasileiro.

Origem
Na entrevista, Marina destacou sua origem humilde e disse ter conhecido o pior e o melhor da educação e da saúde no Brasil. A candidata repetiu a ideia de que é chegado o momento de o País ter uma mulher na liderança do governo federal.
- Uma mulher na Presidência da República, que conhece com profundidade a vida de seu povo, será capaz de respeitar os avanços na política econômica, na política social - mantendo inclusive o Bolsa Família - e encarar os novos desafios.
Na semana em que lançou a segunda versão de suas diretrizes de governo, desta vez com enfoque na segurança, Marina Silva voltou a questionar a falta de investimentos no setor e o baixo salário dos policiais em São Paulo e Rio de Janeiro.
- Se a gente olhar para São Paulo, um dos Estados mais ricos da Federação, como é que a gente vai combater a violência e o tráfico de drogas com o policial recebendo um dos piores salários do País?
De acordo com a candidata, assim como o presidente Lula deixará sua marca na área social e Fernando Henrique Cardoso se destacou na área econômica, ela quer ser lembrada pelo seu esforço nas áreas de saúde, educação, segurança e meio ambiente.


Estadão: 'Quero uma base que não seja baseada em favores', diz Marina
Candidata do PV afirmou que é possível governar o País sem a política de troca de favores

Em entrevista à Rádio Auri-Verde de Bauru, interior de São Paulo, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, disse nesta quinta-feira, 29, que é possível governar o País sem a política de troca de favores. "Se a gente continuar nutrindo essa mentalidade, isso nunca vai acabar", afirmou a candidata, que pertence a uma chapa sem alianças.
Se eleita, Marina diz que vai trabalhar com disposição de diálogo para convencer o Congresso de Nacional aprovar seus projetos. "Quero uma base (política) que não seja baseada em favores e fisiologismo", completou. Para Marina, há parlamentares desprovidos de interesses pessoais e citou como exemplos os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Pedro Simon (PMDB-RS), e a vereadora de Maceió e ex-senadora Heloísa Helena (PSOL). "Eu mesma sempre votei naquilo que eu tenho convicção."
Ao comentar as recentes pesquisas de intenção de voto, Marina disse estar satisfeita com os números, uma vez que o tucano "(José)Serra tem sua candidatura posta desde que perdeu as eleições" (referindo-se à eleição presidencial de 2002) e a petista Dilma (Rousseff), "o presidente Lula tem falado nela há quase três anos".
Boca a boca. A candidata do PV afirmou que conta apenas com a mobilização espontânea dos simpatizantes de suas propostas e fez um apelo para que os eleitores acabem com as velhas tradições da política brasileira. "Os meus concorrentes, se chegarem lá, vão achar que ganharam por causa das alianças que têm, pelo poder econômico que têm, pelas estruturas que têm", reforçou. "Se eu ganhar, só terá um segmento responsável pela minha vitória: o povo brasileiro", emendou.
Na entrevista, Marina destacou sua origem humilde e disse ter conhecido o pior e o melhor da educação e da saúde no Brasil. A candidata repetiu a tese de que é chegado o momento de o País ter uma mulher na liderança do governo federal. "Uma mulher na Presidência da República, que conhece com profundidade a vida de seu povo, será capaz de respeitar os avanços na política econômica, na política social - mantendo inclusive o Bolsa Família - e encarar os novos desafios", defendeu.
Nova direção. Na semana em que lançou a segunda versão de suas diretrizes de governo, desta vez com enfoque na segurança, Marina Silva voltou a questionar a falta de investimentos no setor e o baixo salário dos policiais em São Paulo e Rio de Janeiro. "Se a gente olhar para São Paulo, um dos Estados mais ricos da Federação, como é que a gente vai combater a violência e o tráfico de drogas com o policial recebendo um dos piores salários do País?", questionou em uma alfinetada ao governo de São Paulo que é comandado pelo PSDB.
De acordo com a candidata, assim como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará sua marca na área social e Fernando Henrique Cardoso se destacou na área econômica, ela quer ser lembrada pelo seu esforço nas áreas de saúde, educação, segurança e meio ambiente.


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